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FAQ de Certificações na Familia System Center: Exames e Cursos Oficiais

Eu recebo e atendo clientes constantemente aqui no Centro de Treinamento (CPLS) em que trabalho com dúvidas sobre certificações da familia de produtos Sharepoint. Então segue um breve FAQ sobre isso:

  1. Existem certificações para todos os produtos da familia System Center?
    Resposta:
    Não. Existe certificação para 4 dos produtos, os principais como no gráfico abaixo. Os produtos System Center Essentials não tem certificação porque é um subset do SCCM e do SCOM. Tambem não há exame para o SCSM (Service Manager) ainda, mas em breve haverá pois já houve o anuncio de que está perto do lançamento final. Por ultimo não há e nem haverá certificação para os produtos System Center Capacity Planner já que esse produto está sendo descontinuado.
  2. Está disponivel as certificações série Profissional (MCITP) para os produtos System Center?
    Resposta: Não
    . Os produtos System Center possuem apenas a série especialista (MCTS), como no gráfico acima. O motivo é que estes produtos são complementares a infraestrutura existente. Por exemplo, a pessoa que se certificar no SCVMM deveria ter, não obrigatoriamente, o exame de Windows Hyper-V. Para o SCCM o candidato deveria ser um MCITP em suporte e para o SCOM já ter experiencia e certificação MCITP/MCSE em Windows Server.
  3. Existem cursos oficiais para os produtos System Center?
    Resposta
    : Sim, parcialmente. Conforme o gráfico abaixo mostra o SCOM e o SCDPM utilizam um curso da linha Courseware Library que não são cursos desenvolvidos pela Microsoft e sim por parceiros ou MCTs que passaram por um processo de aprovação da comunidade. Isso não implica em queda de qualidade, mas apenas é um formato que a Microsoft disponibilizou para que parceiros tambem pudessem comercializar treinamentos de qualidade.
  4. É dificil ser aprovado nos exames de System Center?
    Resposta: Nem sim, nem não. Os exames de System Center não são tão dificeis como eram os de design de AD, por exemplo, onde o curso preparava de forma muito superficial o aluno para o exame, já que os treinamentos abrangiam configuração e design teórico enquanto o exame era estudo de casos reais. Porem, nos novos exames, o que inclui Windows 2008, Windows 7 e outros produtos, os cursos já estão mais voltados a certificação com material de estudo no CD/DVD que vem na apostila. E você sempre tem a opção de assistir os webcasts no TechNet (www.microsoft.com/brasil/technet) e os preparatórios para exame (http://cli.gs/4nDBzX).

Bem, espero ter ajudado e conforme surgirem novas perguntas vou incluindo no post.

Posted: abr 30 2010, 14:50 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Utility Point - Uma ferramenta excepcional e pouco conhecida do SQL Server 2008 R2

Desde que peguei o R2 a primeira coisa que testei foi o Utility Point, já que havia ouvido falar dele no TechEd e fiquei intrigado. Ontem quando baixei a versão final vi que ficou muito bom, os seus recursos realmente são essenciais para os DBAs que cuidam de monitoração dos servidores.

Esta ferramenta não é apenas um simples monitor, mas ele se integra a vários servidores e permite que um administrador veja métricas e defina quais são os triggers de monitoração que indicam problemas.

Vou abaixo mostrar uma introdução de como fazer para configurar e utilizar o Utility Point, ou UCP (Utility Control Point):

Passo 1: Mude o View de Object Explorer do Management Studio para Utility Explorer

 

Passo 2: Utilize a opção "Create Utility Control Point" para iniciar o wizard de configuração do servidor que irá fazer o controle

 Passo 3: Tela inicial da configuração do UCP

Passo 4: Na tela seguinte basta indicar os dados do usuário que irá ser utilizado pelo servidor, e pronto. Seu servidor já é o ponto de monitoração.

Passo 5: Vá nos servidores que serão monitorados e seguindo os passos 1 e 2 anteriores utilize a opção "Connect to existing UCP" para criar uma rede de servidores monitorados.

Passo 6: Configure os threshoulds de monitoração na opção "Set Resources Health Policies" 

Pronto !!!! A partir de agora você poderá monitorar os servidores com uma interface agradável e simples, porem com uma funcionalidade que antes somente com o uso do System Center Operations Manager ou outro produto de monitoração era possivel.

Para mais informações acesse: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ee210548(SQL.105).aspx

Posted: abr 30 2010, 12:03 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Problemas com o driver Intel Graphics Media Integrated HD e o Hyper-V

Esta semana tivemos um problema inusitado. Recebemos novos servidores com Intel Core i3, chipset Intel H55. Seguimos o procedimento padrão, instalamos Windows 2008 R2, Inf Update, driver de video e tudo estava indo bem. A resolução de video alcançava 1920 x 1280 como esperado.

Nossos problemas começaram quando habilitávamos o Hyper-V e reiniciavamos a maquina. A tela aparecia toda embaralhada e depois de alguns minutos tela azul. Fizemos todas as tentativas possiveis e nada resolveu, baixamos a versão de 5 dias atrás do driver e nada.

Ao pesquisar descobrimos que não é recomendado instalar aceleradores de video em maquinas com a função Hyper-V (http://support.microsoft.com/kb/961661) e também que esse mesmo problema de travar quando o acelerador de video e o Hyper-V estão na mesma maquina com outras placas de video, como ATI Radeon e NVidia.

A recomendação e resolução do problema é essa, transcrição literal: "Esse comportamento não ocorrerá quando você usa os vgapnp.sys ou VGA.sys genéricos drivers de vídeo que acompanham o Windows Server 2008. Para reverter para o driver de vídeo genérico, você poderá desinstalar qualquer driver de vídeo específicos do fornecedor de alto desempenho."

Segue uma thread de suporte com um funcionário da Microsoft indicando que o melhor é realmente esquecer o acelerador: http://social.technet.microsoft.com/Forums/en-US/windowsserver2008r2virtualization/thread/155df520-016f-4866-8bb4-1fd526cd6542

Posted: abr 22 2010, 10:37 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Free ebook: Introducing Microsoft SQL Server 2008 R2

Este ebook gratuito não chega a ser tecnicamente profundo, mas tem uma matéria muito boa principalmente para aqueles que já conhecem o SQL Server 2005 ou 2008.

PART I   Database Administration

CHAPTER 1   SQL Server 2008 R2 Editions and Enhancements 3
CHAPTER 2   Multi-Server Administration 21
CHAPTER 3   Data-Tier Applications 41
CHAPTER 4   High Availability and Virtualization Enhancements 63
CHAPTER 5   Consolidation and Monitoring 85

PART II   Business Intelligence Development

CHAPTER 6   Scalable Data Warehousing 109
CHAPTER 7   Master Data Services 125
CHAPTER 8   Complex Event Processing with StreamInsight 145
CHAPTER 9   Reporting Services Enhancements 165
CHAPTER 10   Self-Service Analysis with PowerPivot 189

Link para download: http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=189147

Posted: abr 14 2010, 20:24 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Avaliação do System Center Data Protection Manager (DPM)

Desde o inicio do ano passado utilizamos o System Center Data Protection na empresa para gerenciar e automaticar processos de backup. E em todas as consultorias que realizamos estamos indicando este produto como sendo o melhor para a linha de servidores Microsoft.

O que o DPM tem que nos cativou?   Quais as vantagens deste produto?  Vou citar as vantagens que mais se destacam em nosso ambiente, porem no site do produto (http://www.microsoft.com/systemcenter/dataprotectionmanager/en/us/top-ten-benefits.aspx) você encontrará mais motivos:

  • O suporte nativo a produtos permite customizar o backup e restore conforme as caracteristicas do produto. Por exemplo, se for Exchange o DPM autormaticamente faz as réplicas do edb e monta os pontos de restauração utilizando os logs. Se o servidor protegido é o SQL ou o Sharepoint o DPM faz a réplica do banco de dados e monta os pontos de restauração utilizando o log do banco. Como estes exemplos mostram, o tráfego de rede é otimizado e a segurança na restauração garantida com menor tempo possivel
  • Backup de VMs do Hyper-V ou Virtual Server 2005 R2 em modo nativo. Ou seja, se você possui uma VM com Sharepoint não precisa ficar fazendo backup da base, pode fazer backup do vhd inteiro, o que garante uma restauração muito mais rápida já que os pontos de restauração são feitos como se fossem um disco diferencial, apenas com as modificações. Recentemente em uma multinacional a qual dou suporte eles apagaram um site do Project Server e voltamos o backup pelo DPM da VM inteira em menos de 15 minutos
  • Eliminação das "janelas de backup", já que os pontos de restauração não são backups full e sim incrementais. No mesmo ambiente que comentei acima o backup impactou tão pouco que não houve queda de performance para os usuários. É claro que os administradores notaram que o tráfego de rede deu um acrescimo de 4% nas medições, mas estava dentro do esperado
  • Simplicidades no agente, tanto na instalação que é automática e pela rede quanto no momento da criação dos grupos de restauração. Muitos programas de backup não oferecem uma interface visual tão simples no momento de criar os grupos de proteção
  • Grupos de proteção híbridos e multiservidores facilitam muito a administração, já que tanto posso criar um grupo de proteção com todos os bancos de dados SQL que estão em vários servidores como tambem criar um grupo de proteção para um servidor com vários serviços ao mesmo tempo
  • O licenciamento é muito simples, se você faz backup de Exchange, Sharepoint ou SQL basta ter a licença Enterprise para cada servidor protegido. Se você faz backup do Windows e pastas utiliza a licença Standard para cada servidor protegido

No uso do dia-a-dia do DPM vemos como ele é simples e funcional. É um produto realmente muito util e simples de gerenciar. Mesmo em pequenos clientes, com 2 servidores, vale a pena, já que em um unico conjunto de backup realizamos as operações com Exchange, SQL, Sharepoint, File Share e System State de forma centralizada. É uma ótima ferramenta para o Windows Small Business, por exemplo.

Se você gostou da avaliação e quer implementar assista os videos em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Serie-Technet-VideoCast-System-Center-Data-Protection-Manager.aspx

 

Posted: mar 30 2010, 11:20 by msincic | Comentários (1) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | outubro 2017
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Redução de Custos com Azure Reserved Instance

A alguns meses, em Julho, abordamos o uso de formas de licenciamento alternativas para reduzir custos com o Azure usando CPP e AHUB em http://www.marcelosincic.com.br/post/Software-Asset-Management-(SAM)-Convertendo-Licenciamento-para-Azure.aspx

O CPP (Compute Pre-Purchase) é um recurso muito bom por permitir comprar um pacote de horas para determinado tipo de instância de VMs no Azure.

Mas a Microsoft surpreendeu a algumas semanas o grupo de MVPs e time comercial com informações sobre uma nova oferta, o Reserved Instance: https://azure.microsoft.com/en-us/pricing/reserved-vm-instances/

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Segue um resumo que montei para explicar as diferenças principais entre os modelos:

​Como é no CPP

​Como será o Reserved Instance (RI)

​Cliente compra o perfil de VM por 12 meses

​Compra pode ser por 12 ou 36 meses

​Não se compra uma VM especifica e sim um pacote de horas (744 horas) de um determinado tipo de instancia

​Compra de um perfil especifico de uma VM

​Não é possivel cancelar e fazer um upgrade do perfil da VM

​É possivel revender para outro cliente pelo portal como é na AWS, ou vender para a própria MS. Existe um deságio de ~12% que ainda será publicado

​Oferece desconto de 30 a 50%

​Oferece desconto de 40 a 70%

​É comprada por SKU e por meio de um LSP

​É adquirida pelo próprio cliente no portal, administrado por ele e debitada dos Monetary Commitment

É necessário utilizar um contrato de volume como EA ou MPSA

​Por ser baseado em Monetary Commitment, permite qualquer tipo de pagamento

​Cada SKU é de uma região (Datacenter) e não pode ser alterada

​Cliente pode mover para outras regiões pelo portal do Azure

Fique atento ao GA do Reserved Instance por utilizar o link no inicio deste artigo.

Posted: out 25 2017, 01:51 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Adquirindo e Licenciamento o Azure OMS – Operations Management Suite

Apresentamos muitas vezes ao cliente esta solução, que executada no Azure traz beneficios muito grandes para que é administrador de TI.

Já foi muito falado do OMS, originalmente chamado de System Center Advisor, depois de Log Insights (http://www.marcelosincic.com.br/post/Utilizando-o-Azure-Log-Analytics-(OMS)-e-o-SCOM-na-Mesma-Maquina.aspx e http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-Advisor-Previewe28093Novidades.aspx)

Gosto muito de demonstrar as soluções de Health Check (Active Directory e SQL) e Change Log:

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Mas muitos não entendem como é o licenciamento para se adquirir essa solução.

Quais são as possibilidades de adquirir?

Primeiro é bom lembrar os níveis básicos que um espaço de gerenciamento (como são chamados as “tenants”) podem ser:

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  • Free – Útil para testes pois não limita a apenas alguns dos pacotes de soluções, mas a coleta é limitada a 512kb por dia de logs e retenção de apenas 7 dias
  • Standalone – Permite coletar sem restrição de tamanho e retenção de 30 dias (pode ser customizado), não tem preço por servidor/nó e sim por storage consumido. Porem, não permite utilizar todos os pacotes de soluções, que precisam ser adquiridos em pacotes E1 ou E2
  • Standard e Premium – Permite coletar sem restrição, retenção de 365 dias e permite utilização de pacotes de soluções, dependendo do nivel escolhido
  • OMS – Este é o bundle E1 ou E2 que pode ser adquirido conforme a necessidade de pacotes, com preço por nós gerenciados e que inclui licenciamento do System Center e outros serviços

Qual dos modelos vale a pena?

Se a sua intenção é utilizar os contadores e soluções como Healthy Check e algumas analises, pode optar pelo plano Standalone onde poderá usar diversas soluções pagando apenas o tanto de log que armazenar.

Porem com o Standalone não é possivel evoluir para outras soluções, como análise de tráfego de rede e mapeamento de soluções.

Por conta dessa limitação, o ideal é ter os bundles de OMS onde poderá escolher as soluções e ainda incluir uma série de serviços e consumo já embutido, alem de todo o licenciamento System Center.

OMS pacotes E1 e E2

Sem dúvida é a melhor opção para empresas, onde você adquire serviços e pacotes com o System Center incluso (ou via add-on se já tiver) e pode utilizar outros serviços já incluidos no preço.

https://www.microsoft.com/en-us/cloud-platform/operations-management-suite-pricing

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Como vemos na imagem acima, os bundles são compostos de pacotes de gerenciamento (imagem abaixo), serviços como Backup e Site Recovery e o licenciamento de System Center.

Isso é bem interessante quando comparamos os custos de cada um dos serviços e o que eles já incluem:

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Basta comparar o custo de cada pacote de gerenciamento com o valor do E1 e E2 para notar que não vale a pena aquisição Standalone/Standard/Premium, apenas o custo do pacote de Protection/Recovery já é praticamente o valor do bundle E2.

E se eu já tenho o licenciamento de System Center ou o Windows CIS (Cloud Infrastructure Suite)?

Neste caso não precisará pagar duas vezes o System Center, pois como o E1 e E2 já incluem pode adquirir por add-on, ou seja acrescer ao pacote que já possui podendo optar por continuar renovando o licenciamento do CIS/System Center ou convertendo para OMS:

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Pessoalmente acho bom para este caso continuar com o licenciamento do System Center/CIS, pois posso utilizar alguns nós com OMS e outros não dependendo do modelo de monitoração que desejo adotar.

Como posso estimar e comparar e decidir estes custos?

A Microsoft possui uma calculadora onde você seleciona os serviços e recebe a comparação entre os bundles OMS E1 e E2 ou aquisições standalone: http://oms-calculator-webapp.azurewebsites.net/home

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