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Documentação do System Center Operations Manager 2007 Atualizadas com R2

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A alguns meses publiquei um link com a documentação atualizado do System Center Configuration Manager 2007 R3 (Documentação do System Center Configuration Manager 2007 Atualizadas com R3).

Agora foi publicado a atualização das documentações do System Center Operations Manager 2007 R2 completas. São dois links principais, um da biblioteca do TechNet e o outro com um resumo mais condensado incluindo documentações adicionais de planejamento:

Biblioteca atualiza do TechNet: http://bit.ly/i705kN

Hotsite do produto: http://bit.ly/hvzTM7

Bom proveito e recomendo ler os documentos do hotsite, principalmente o arquivo compactado logo no primeiro link do Hotsite que contem todos os documentos de implementação resumidos (http://bit.ly/flaxu5).

Posted: dez 20 2010, 13:32 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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System Center Configuration Manager 2007 reporta processadores incorretamente

Há algum tempo que um dos meus alunos de ConfigMgr (Rodrigo Carvalho do grupo Schahin) comentava comigo que o SCCM trazia no inventário de hardware processadores incorretos para algumas maquinas.

A principio não havia muita evidência comum do problema e o que eu sugeri foi utilizar o WMISTUDIO (http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?familyid=6430f853-1120-48db-8cc5-f2abdc3ed314&displaylang=en) e verificar se o erro estava no WMI ou no SCCM. O resultado, obviamente foi que o WMI reportava o mesmo erro.

Porem, o Rodrigo encontrou um Fix para Windows XP e Windows 2008 que corrige este comportamento, o KB953955 (http://support.microsoft.com/kb/953955). Ele instalou e reportou que agora funcionou.

Vale a dica, se no seu ambiente maquinas com processador Core 2Duo, i3 ou i5 reportarem como Pentium III solicite o KB. Note que não é comum isto acontecer, no meu caso foi a segunda vez que vi, porem no caso anterior as maquinas com o problemas foram atualizadas para Windows 7 e este erro não se aplica mais.

Posted: dez 16 2010, 14:44 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Licenças da Família System Center-Tipos e Preços

Ao falarmos de produtos da família System Center, principalmente focando sobre os 3 principais produtos que são o Configuration Manager, Operations Manager e Data Protection Manager, sempre surge a questão de preços do licenciamento.

Montei uma tabela simples abaixo baseado nos valores praticados nos Estados Unidos e Canadá, porem no Brasil os valores não são 1 por 1 nem conversão pela cotação do dia. Leve em consideração também que o volume e o tipo de contrato pode alterar para baixo os valores da tabela padrão.

Produto (valores em U$)

Licença Servidor Std

Licença Server Enterprise

Licença Server Standard

Licença Client

Configuration Manager 2007 R2

579

430

157

41

Configuration Manager 2007 R2 com SQL

1321

430

157

41

Operations Manager 2007 R2

579

431

157

32

Operations Manager 2007 R2 com SQL

1321

431

157

32

Data Protection Manager 2010

432

158

NA

32

Virtual Machine Manager

869

40

NA

NA

Suite completa System Center

1569

NA

NA

70

Levando em conta a tabela acima, veja valores para uma empresa com 10 servidores (5 virtuais) e 1000 clientes utilizando a suite. O calculo envolveria apenas um servidor de monitoração e não um farm de papeis:

Produto

Licença Servidor Std

Licenças Servidores

Licenças Clientes

Valor Total

Configuration Manager 2007 R2

579

1.570

41.000

43.149

Configuration Manager 2007 R2 com SQL

1.321

1.570

41.000

43.891

Operations Manager 2007 R2

579

1.570

32.000

34.149

Operations Manager 2007 R2 com SQL

1.321

1.570

32.000

34.891

Data Protection Manager 2010

432

1.580

32.000

34.012

Virtual Machine Manager

869

200

NA

1.069

Suite completa System Center

1.569

não se aplica

70.000

71.569

Note que na tabela acima levei em conta o custo MÁXIMO pois nem todos os clientes terão agentes do DPM e SCOM, o que reduziria muito o custo acima.

Para ter acesso a tabela com todos os produtos e detalhes do licenciamento acesse o link http://www.microsoft.com/systemcenter/en/us/pricing-licensing.aspx

Posted: dez 06 2010, 11:19 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: System Center

Documentação de Implementação do App-V 4.6

Apesar de já estar em uma versão avançada, o App-V ainda é desconhecido de muitos profissionais. Porem, trata-se de uma ferramenta para virtualização, mas ao invés de hosts virtualiza aplicações. O seu nome anterior do produto era SoftGrid que foi comprado pela Microsoft.

MODELOS DE IMPLEMENTAÇÃO

Basicamente, o App-V permite que aplicações sejam “sequenciadas” e gera-se um pacote com a aplicação, extensão osd.

alt

Note que a aplicação é instalada no papel do servidor “Sequenciador” no (item 1) que gera o pacote que é distribuído pelo System Center ou pelo próprio App-V Server (item 3) para os usuários que tem as aplicações publicadas por regras no AD administradas pelo console do App-V (item 2).

Também é possível não usar uma estrutura tão complexa como a acima e apenas um servidor que sequencia e distribui a aplicação, mas note que neste diagrama usa-se tanto estações quanto o Terminal Services ou RDS (Remote Desktop Service) do Windows 2008.

Centralized-Management

A vantagem de usar o RDS/TS para publicar a aplicação é que os usuários não precisaram ter a aplicação instalada no farm, por exemplo, criando um ambiente muito mais versátil quando utiliza-se este modelo.

A aplicação pode ser enviada para o cliente tanto pelo protocolo proprietário (RTPS/S) como HTTP. Veja no final a referencia para utilizar HTTP no processo de publicação e distribuição dos pacotes.

VANTAGENS E FUNCIONAMENTO

As vantagens do App-V começam no fato de não ter a instalação individual do pacote nas maquinas. Com isso não precisamos publicar um msi no AD ou no SCCM. A aplicação é copiada na maquina do usuário pelo cliente do App-V na primeira execução e extraído dinamicamente quando da execução.

Como a aplicação sequenciada nada mais é do que um cliente witness que monitora uma instalação e copia no osd todas as alterações criadas pelo instalador, o papel do cliente do App-V é fazer as cópias virtuais dos arquivos (dll, exe, bin, etc.) para os diretórios virtuais correspondentes e também as chaves de registry de forma virtual no registro do Windows.

Um exemplo prático seria a instalação de 3 diferentes versões do Office (2003, 2007 e 2010) na MESMA MAQUINA:

  1. No servidor de sequenciamento do App-V instalamos as 3 versões separadamente criando os 3 pacotes de arquivos, contendo os binários, chaves de registry e outros arquivos da aplicação
  2. Utilizando o console do App-V designamos as 3 versões do Office para um usuário
  3. O cliente do App-V baixa os 3 pacotes individualmente (osd e arquivos auxiliares) para um diretório de conteúdo temporário
  4. O cliente App-V cria os 3 atalhos na estação para as versões individuais, sem que a aplicação esteja fisicamente instalada
  5. Ao clicar no ícone de cada versão o cliente do App-V explode o osd e cria as chaves de registry e copia os arquivos da aplicação, porem em uma camada virtual
  6. A aplicação é executada e ao final esta camada virtual é destruída

Este modelo de uso permitirá que ao executar uma aplicação o usuário não tenha “restos” de seus binários no sistema operacional, permitindo compatibilizar aplicações mais novas com as mais antigas.

Outra vantagem indiscutível é a atualização, já que ao sequenciar um service pack ou hotfix o cliente não irá baixar o pacote inteiro, mas sim apenas as atualizações. Além, claro, que ao atualizar no servidor os clientes automaticamente estarão atualizado.

QUEM TEM DIREITO AO App-V

O App-V não é vendido separadamente em formato FPP (caixinha) como outros produtos. Na versão anterior que se chama SoftGrid fazia parte do pacote MDOP que era composto por outros aplicativos.

Agora o App-V é vendido como parte do pacote Microsoft Desktop Optimization Pack, como ferramenta Microsoft Application Virtualization for Terminal Services ou para assinantes do MSDN.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Hot site do produto: http://www.microsoft.com/systemcenter/appv/default.mspx

Documento de implementação com RDS/TS: App-V Remote Desktop Services.docx (119,87 kb)

Publicando e distribuindo por HTTP: http://blogs.technet.com/b/appv/archive/2010/12/02/guide-to-configuring-microsoft-app-v-to-both-publish-and-stream-via-http.aspx

Posted: dez 02 2010, 14:39 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Webcast TechNet: System Center Configuration 2007 R3 e “Cliente Verde”

Realizei junto com o Arnaldo (http://www.arnaldofagnani.com.br) o webcast acima e vamos disponibilizar alguns documentos de conteudo:

Link para o EMET: http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Enhanced-Mitigation-Experience-Toolkite28093Evite-ataques-de-Hackers.aspx

Link para o JouleMeter: http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Medindo-consumo-de-energia-real-(JouleMeter).aspx

Agradeço muito aos que participaram, e espero encontrá-los em outros eventos.

Posted: nov 10 2010, 15:56 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'IOPS'
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Conceitos de Storage para IT Pros 1 –Tipos de RAID e IOPS

Em uma série de palestras que ministrei do ano passado (TechEd 2011, SQLPass #127, MCT Summit e universidades), abordei o assunto sobre a escolha do melhor meio de armazenamento e os tipos de RAID disponiveis, com as vantagens e desvantagens de cada um.

Ainda é um assunto muito novo para IT Pros por conta de não ser abordado em cursos de faculdade, apenas em treinamentos técnicos de certificação.

Neste primeiro artigo irei abordar os tipos de RAID e o que são IOPS. Em um próximo artigo comentarei sobre tipos de controladora e arquiteturas disponives (Fibre Channel, HBA, SMB e iSCSI).

Parte 1 – Tipos de RAID

RAID é o acronimo de Redundant Array of Independent Disk ou “Agrupamento redundante de discos independentes”, o que indica o uso de diversos discos para criar uma estrutura de alta disponibilidade.

Os tipos de RAID podem ser simplificados pelo uso de 4 tipos principais, sendo:

RAID Funcionamento e Nº de discos Vantagens Desvantagens
0 – Stripped sem paridade A partir de 2 discos, as informações são gravadas em ambos os discos de forma independentes, ou seja, metade de um arquivo em cada disco Alta performance
Baixo custo
Total espaço disponivel
Sem redundância, qualquer disco que perder os outros não tem como recriar os dados perdidos, uma vez que as informações estão em todos os discos
1 – Espelhamento (Mirror) A partir de 2 discos, sempre em pares. Os dados são gravados em ambos os discos integralmente Alta performance, na leitura utiliza os dois discos
Alta redundância
Apenas metade da soma dos discos fica disponivel
Alto custo por conta do espaço “perdido”
5 – Stripped com paridade A partir de 3 discos. A informação é gravada similar ao RAID 0, porem ele utiliza um algoritmo que a informação é gravada em um disco a mais para reconstrução de qualquer disco com erro Boa performance
Boa redundância
Pouca perde de espaço útil
Perde-se sempre o equivalente a um disco
Em caso de perda de mais de um disco não há como reconstruir
6 – Stripped com paridade A partir de 3 discos. A informação é gravada similar ao RAID 5, porem com 2 discos de paridade Boa performance
Boa redundância
Menor perda de espaço que o RAID 1
Perde-se sempre o equivalente a dois disco
Em caso de perda de mais de dois disco não há como reconstruir
10 – Espelhamento de RAID 0 A partir de 4 discos, onde cada dois discos formam um RAID 0, sendo o segundo cópia do primeiro. É um misto de RAID 0 com RAID 1, porem no nivel do conjunto e não do disco Alta performance
Alta redundância
Perda de metade dos discos disponiveis
Alto custo por conta da perda de espaço útil
50 e 60 – Mirror de paridade RAID 5 e 6 com os discos de paridade espelhados Ótima redundância
Boa redundância
Perda de mais um disco alem dos que já eram paridade
Performance média

O mais usado hoje é o RAID 5/10, já que eles tem boa performance e redundância, como mostra o gráfico abaixo:

image

Abaixo um gráfico de itens gerais e comparação entre os tipos de RAID 5/6/10/50:

image

Observação: Os dados acima foram colhidos no docuemnto “Choosing a Member RAID Policy” que é baseado na arquitetura do Dell Equallogic e não é necessário se cadastrar: http://www.dellstorage.com/WorkArea/DownloadAsset.aspx?id=1066

Parte 2 - O que são IOPS?

É o número de operações por segundo que um disco individual consegue chegar. Por exemplo, um disco SAS de 10K consegue em média 140 IOPS.

Esta velocidade é padrão na industria com variações entre modelos, mas podemos ter uma base do que é aceitável e o fabricante do disco poderá lhe informar este número.

Porem, note que a diferença é muito grande, principalmente levando em conta os novos discos SSD. Por exemplo, o disco X25-E da Intel (Veja o pdf com as caracteristicas em http://download.intel.com/design/flash/nand/extreme/extreme-sata-ssd-datasheet.pdf) chega a números 30 vezes maiores que os discos SAS e SATA.

image

Porque o IOPS é tão importante?

Esta pergunta é óbvia, mas a explicação pode não ser tão simples. Acontece que na maioria dos casos temos a tendencia de minimizar a questão dizendo que é “performance” ou “percepção do usuário” mas na verdade pode impactar diretamente no funcionando de um aplicativo, em alguns casos até inviabilizando.

Por exemplo, um ambiente Exchange 2003 com 2 mil caixas de correio precisa de 1,5 mil IOPS e este número não é fácil de alcançar. O SQL Server para um banco de dados do SharePoint precisa de 5 mil IOPS para funcionar.

Como calcular o IOPS?

Multiplique o total de discos pelo tipo de RAID e conseguirá o seu número. Segue alguns exemplos:

image

O RAID 1, RAID 10 ou RAID 0 irá lhe proporcional o maior numero de IOPS possivel, já o RAID 5 o calculo leva em conta 1 disco a menos e no RAID 50 2 discos a menos para as paridades.

Como conseguir o maior IOPS possivel com maior capacidade?

Temos tres formas de fazer isso:

  1. Utilize discos de alta performance, como os SAS de 15K ou o SSD, porem são caros e no caso do SSD de tamanhos de apenas 32/50/64/100GB
  2. Utilize o tipo de RAID apropriado para a performance e não visando o tamanho desejado como muitos hoje fazem, o que muitas vezes implica em utilizar RAID 10 para ter a performance total ao invés de RAID 50, perderiamos em capacidade mas ganhamos em performance
  3. Compre um storage que trabalha com as LUNs virtuais, ou seja, ele aloca os dados nos discos conforme a necessidade deste dado e não necessita dizer o tipo de RAID

Referencias interessantes

Como calcular IOPS para Exchange 2003 http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb125019(EXCHG.65).aspx

Como calcular IOPS para Exchange 2010 http://technet.microsoft.com/en-us/library/ee832791.aspx

Como calcular IOPS para o SQL do SharePoint 2010 http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc298801.aspx

Utilitário para medir IOPS para o SQL Server (SQLIO) http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?displaylang=br&id=20163

image

Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Posted: mai 13 2013, 19:08 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Filed under: Hardware

Videos do TechEd 2011 disponiveis para assistir online ou baixar

Depois de voltar de férias e ficar no aeroporto de Denver por 8 horas esperando um voo para Seattle (quem disse que isso só acontece no Brasil), li um email informando que algumas palestras do TechEd 2011 foram filmadas integralmente e que uma das 3 que apresentei é uma delas (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Slides-e-Material-das-Minhas-Apresentacoes-no-Microsoft-TechEd-2011.aspx)

Foi escolhida a filmagem da palestra “Utilizando de forma eficiente seu storage para ter o melhor IOPS” e está disponivel no endereço http://www.microsoft.com/pt-br/showcase/details.aspx?uuid=7aa99d21-4f5f-4b65-9606-aa22c14cb682

Alem dessa que apresentei com o Marcio Maisonete outras palestras foram gravadas e podem ser assistidas online.

A lista publicada pelo Fabio Hara contem os videos disponiveis: http://www.fabiohara.com.br/2012/02/17/veja-algumas-palestras-do-teched-brasil-2011/

Posted: fev 27 2012, 17:59 by msincic | Comentários (4) RSS comment feed |
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Filed under: Eventos | Hardware

O que é e como calcular IOPS (Exchange, SQL, SharePoint, etc)?

Esta pergunta é frequente, principalmente porque como consultor de soluções da Dell que é um fabricante de hardware temos que saber.

O que são IOPS?

É o número de operações por segundo que um disco individual consegue chegar. Por exemplo, um disco SAS de 10K consegue em média 140 IOPS.

Esta velocidade é padrão na industria com variações entre modelos, mas podemos ter uma base do que é aceitável e o fabricante do disco poderá lhe informar este número.

Porem, note que a diferença é muito grande, principalmente levando em conta os novos discos SSD. Por exemplo, o disco X25-E da Intel (Veja o pdf com as caracteristicas em http://download.intel.com/design/flash/nand/extreme/extreme-sata-ssd-datasheet.pdf) chega a números 30 vezes maiores que os discos SAS e SATA.

image

Porque o IOPS é tão importante?

Esta pergunta é óbvia, mas a explicação pode não ser tão simples. Acontece que na maioria dos casos temos a tendencia de minimizar a questão dizendo que é “performance” ou “percepção do usuário” mas na verdade pode impactar diretamente no funcionando de um aplicativo, em alguns casos até inviabilizando.

Por exemplo, um ambiente Exchange 2003 com 2 mil caixas de correio precisa de 1,5 mil IOPS e este número não é fácil de alcançar. O SQL Server para um banco de dados do SharePoint precisa de 5 mil IOPS para funcionar.

Como calcular o IOPS?

Multiplique o total de discos pelo tipo de RAID e conseguirá o seu número. Segue alguns exemplos:

image

O RAID 1, RAID 10 ou RAID 0 irá lhe proporcional o maior numero de IOPS possivel, já o RAID 5 o calculo leva em conta 1 disco a menos e no RAID 50 2 discos a menos para as paridades.

Como conseguir o maior IOPS possivel com maior capacidade?

Temos tres formas de fazer isso:

  1. Utilize discos de alta performance, como os SAS de 15K ou o SSD, porem são caros e no caso do SSD de tamanhos de apenas 32/50/64/100GB
  2. Utilize o tipo de RAID apropriado para a performance e não visando o tamanho desejado como muitos hoje fazem, o que muitas vezes implica em utilizar RAID 10 para ter a performance total ao invés de RAID 50, perderiamos em capacidade mas ganhamos em performance
  3. Compre um storage que trabalha com as LUNs virtuais, ou seja, ele aloca os dados nos discos conforme a necessidade deste dado e não necessita dizer o tipo de RAID

O que são as LUNs virtuais?

Não vamos entrar no ponto técnico já que este é bem mais complexo, porem podemos entender o que é esta nova tecnologia sem nos tornarmos especialistas em storage.

Usando os storages da Dell como exemplo, o MD3200i trabalha com LUNs da forma normal que conhecemos. Você indica que os discos X a Y formam o RAID 0, de Z a W o RAID 5 e assim por diante. Ou seja, mapeamos diretamente os discos e ficamos dependentes da capacidade de IO individual de cada um.

Já na série EqualLogic podemos definir o tamanho da LUN sem indicar os discos e o próprio storage irá alocar automaticamente os dados mais acessados nos discos mais rápidos (!!!!!!!!!!). Você deve estar achando que é brincadeira ou algo do tipo “conceito”, mas não é!!

Os novos storages vendidos pela Dell, EMC, IBM e outros são inteligentes e permitem misturar os discos. Por exemplo, posso colocar discos SSD na gaveta do storage e mais uma gaveta adicional com 24 discos de 15K SAS e não me preocupar se a LUN que criei está nos discos mais performáticos, quem fará este trabalho é o storage.

E, o mais interessante, quando o storage “perceber” que determinado dado (LUN) é mais acessado que outro ele irá realocar para os discos mais rápidos e fazer o shift dos dados sem intervenção e queda de performance, já que trabalha em background e automático !!!!

Referencias interessantes

Como calcular IOPS para Exchange 2003 http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb125019(EXCHG.65).aspx

Como calcular IOPS para Exchange 2010 http://technet.microsoft.com/en-us/library/ee832791.aspx

Como calcular IOPS para o SQL do SharePoint 2010 http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc298801.aspx

Utilitário para medir IOPS para o SQL Server (SQLIO) http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?displaylang=br&id=20163

Referencia do EqualLogic S6000 http://www.equallogic.com/products/default.aspx?id=9511

Posted: jul 03 2011, 13:53 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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