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System Center 2019 e Windows Server 2019 – Upgrade in place II

Com o lançamento oficial do System Center 2019 semana passada agora já podemos testar a migração da versão final.

https://cloudblogs.microsoft.com/windowsserver/2019/03/07/coming-soon-microsoft-system-center-2019?wt.mc_id=4029139

Nova Politica de Versões

Na nova politica de versões do System Center, não haverá os canais Semi-Anuais como Windows.

Ou seja, você terá a versão 2019 por aproximadamente 3 anos com os updates que em geral ocorrem 3 vezes por ano.

Isso significa que diferente das primeiras versões que foram o 1801 e 1807, daqui em diante não teremos mais esse mesmo tipo de nomenclatura retornando ao antigo modelo de versões com updates (2019 UR 99).

Importante: System Center Configuration Manager continua com o canal Semi-Anual

https://docs.microsoft.com/en-us/system-center/ltsc-and-sac-overview?wt.mc_id=4029139

Executando o Upgrade

No mesmo documento acima, vemos o suporte para upgrade in-place que é garantido até as ultimas 2 versões.

Isso significa que os usuários das versões 2012 R2 precisarão primeiro fazer o upgrade para a 1801 e depois para o SC 2019.

Importante: System Center Configuration Manager terá as regras de update diferentes, dependendo do canal escolhido

Assim como o upgrade da versão 2016 para a 1801 foi tranquila e já demonstrei aqui http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-2019-e-Windows-Server-2019-Upgrade-in-place.aspx, a migração do 2019 tambem foi bem satisfatória.

Todos eles precisamos apenas confirmar a instalação, apenas com excessão do SCOM e VMM que é necessário o upgrade de agentes.

O DPM não executei o upgrade pois atualmente utilizo o Microsoft Azure Backup que é um subset especializado para backup no Azure.

System Center Operations Manager (SCOM)

SCOM (2)

SCOM (3)

No caso do SCOM uma mudança é agora poder ativar pela interface no “About”, antes era necessário fazer pelo PowerShell com o comando Set-SCOMLicense.

SCOM (1)

Lembrando que no caso do SCOM é necessário autorizar o upgrade do agente para todos os servidores logo após a instalação. Caso não o faça continuará havendo comunicação, mas ele irá criar alertas constantes de aviso e novos recursos podem ocasionar falha nos agentes.

System Center Service Manager (SCSM) e System Center Orchestrator (SCO)

Literalmente nada precisou ser feito ou alterado e o mesmo aconteceu com o Orchestrator.

Service Manager (1)

Service Manager (2)

System Center Virtual Machine Manager (SCVMM ou VMM)

O VMM já exigiu um pouco mais de trabalho, pois é necessário rever as contas no “Run-AS” que agora limita contas locais e reinstalar os agentes.

No meu caso, fiz o exercicio de desinstalar para validar se apenas utilizando o banco de dados retornaria e funcionou!

VMM (1)

VMM (2)

VMM (3)

VMM (4)

Azure Virtual Datacenter (VDC) Parte II-Conceitos Básicos

No post anterior falamos sobre a migração para Cloud http://www.marcelosincic.com.br/post/Azure-Virtual-Datacenter-(VDC)-Parte-I-Migracao-AS-IS-e-TO-BE.aspx 

Neste post vamos entender os conceitos básicos, que são representados por esse diagrama:

image

Cada parte representa um dos pilares que sustentam um Datacenter Virtual:

  • Encriptação – Todos os dados trafegados dentro de um datacenter onde vários clientes se hospedam precisam ser protegidos de forma que um não tenha acesso aos dados de outros. Isso envolve criptografia de comunicação, discos e trafégo
  • Identity – Um modelo consistente de identidade onde os clientes consigam se logar e ver seus objetos com todos os recursos disponiveis. No caso do Azure isso é feito pelo Active Directory multi-tenant (multi locatário). Como já conhecido no mercado sistemas de diretório permitem que multiplas empresas estejam hospedadas e compartilhem o modelo de banco de dados e autenticação com total isolamento
  • Software-Defined Networks – Como hospedar vários clientes se todos querem ter o mesmo range de IP e se comunicam pelos mesmos conjuntos de cabos?
    Esse é o desafio das SDNs, permitir trafego isolado. No passado faziamos isso com o recurso de VLAN mas era limitado a 65535. Hoje isso é feito de forma lógica por usar recursos como o NVRE e outros onde os pacotes de rede são tageados (marcados) a quem pertence, similar ao que a VLAN fazia mas sem o limite de 32 bits.
    Isso permite que multiplos clientes tenha o mesmo range de IP 10.0.0.0/24, já que cada rede virtual recebe um diferente TAG nos pacotes, com a criptografia e identidade garantindo a confiabilidade na entrega dos pacotes de dados
  • Compliance – De nada adiantaria se ao migrar para um datacenter público você ficasse preso a padrões que só funcionam lá. As clouds publicas precisam adotar os padrões de mercado para as redes se comunicarem. Isso não quer dizer que a forma como o Machine Learning da Microsoft é codificado é igual ao Machine Learning da AWS, mas sim que a parte básica segue padrões de interoperabilidade.
    Por exemplo, uma VMs na AWS pode se comunicar por IP com uma VM no Azure ou no Google Cloud, pois todas usam os mesmos protocolos, mesmo que um provedor tenha serviços agregados diferentes.
    O mesmo vale para uma aplicação em Moodle ou SAP, se está no Azure ou AWS não importa pois seguem os padrões de rede e comunicação (interchange) identicos.
    Por conta do compliance que posso deixar metade dos meus servidores local e os outros espalhados em 3 diferentes datacenter publicos e todos se comunicando normalmente.
  • Logging, Audit e Report – Ao migrar de uma nuvem privada (local) para uma pública preciso saber os custos e ter certeza que meus dados estão seguros e acessados só pelos meus usuários.
    Aqui não estamos tratando de log, auditoria e reports para o cliente e sim a infra interna para que o provedor tenha certeza que não há vazamento de dados, quem fez cada operação e reportar isso quando necessário.
    Por isso os cockpits de provedores de cloud pública são gigantescos. Precisam controlar e serem capazas de se refazer em qualquer tipo de falha que ocorra.
    Os primeiros datacenters surgiram do conceito de hosting, ou seja você tirava os servidores do seu rack em casa para levar ao provedor onde a eletrica, links e segurança fisica ficam por conta deles. Nesse modelo toda a responsabilidade de comunicação, segurança lógica e relatórios é sua.
    No modelo público uma boa parte dos recursos são alocados para controlar os recursos, por exemplo ao criar o antigo Microsoft Azure Pack (atualmente descontinuado) várias VMs eram criadas com o objetivo de fornecer os itens de controle.

Conclusão

Nesse segundo post falamos sobre os componentes básicos que formam uma cloud pública.

Sinta-se seguro ao colocar seus dados nesses provedores, eles são preparados para garantir o isolamento e segurança dos seus dados.

Azure Virtual Datacenter (VDC) Parte I- Migração AS IS e TO BE

Quando trabalhamos em um projeto de migração para Public Cloud e o desenho é voltado a Azure, é muito comum os cenários de “AS IS”.

AS IS

Para os não iniciados com este termo, “AS IS” significa levar como está me ingles, ou seja copiar as VMs de um ambiente a outro sem qualquer alteração, utilizando o Azure como um virtualizador.

Em geral os modelos de migração AS IS não são eficientes, pois consomem muito recursos em IaaS (VMs) que custam caro, não aproveitando nada de serviços (SaaS ou PaaS) que são mais baratos. Porem, a vantagem é que é mais rápido e não exige mudanças.

TO BE (ou LIft and Shift)

Já as boas migrações são as “TO BE”, que em tradução livre seria “SERÁ” no sentido de transformação. O modelo de migração TO BE tem como premissa usar os serviços e não apenas migrar VMs.

Migrações TO BE são trabalhosas e mais demoradas, uma vez que esse mapeamento envolve entender o que está DENTRO DAS VMs.

O custo de execução é muito menor pois SaaS e PaaS tem vantagens financeiras grandes quando comparados ao modelo de IaaS.

Por exemplo, no AS IS um servidor IIS e outro de SQL serão simplesmente copiados os discos virtuais e iniciados. Já no modelo TO BE iremos isolar cada uma das aplicaçÕes que o IIS executa e criar Web Plan para isolamento e Web Services para cada site, e no caso do SQL Server usariamos o serviço de Banco de Dados (SaaS ou PaaS).

Utilizando o Service MAP

O primeiro passo para fazer uma migração é mapear o que cada VMs ou servidor fisico executa no ambiente.

Para isso utilizamos o Service MAP: http://www.marcelosincic.com.br/post/Azure-Log-Insigths-Service-Map.aspx

Com ele será possivel ver as interligações e serviços que cada servidor utiliza entre no ambiente e mapear qual serviço temos para substituir.

Entendendo o Conceito de Datacenter do Azure

Para desenhar um datacenter usando VMWare, Hyper-V ou KVM é necessário que o desenho dos hosts, rede e outros detalhes sejam feitos por especialistas no hypervisor.

O mesmo vale para Azure, precisamos entender os diferentes componentes para desenhar um datacenter com seus recursos.

Para isso, é necessário estudar, e muito.   Tambem é necessário quebrar os paradigmas de datacenter fisico e pensar em serviços.

Uma das formas de fazer isso é utilizar o Guide da própria Microsoft disponivel em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/architecture/vdc/

Esse guia tem todas as perspectivas de um datacenter virtual, o ajudará a entender a camada de virtualização, rede, segurança, serviços e o lift and shift, ou seja a transformação para um modelo mais eficiente.

Para começar baixe a apresentação disponivel em https://aka.ms/VDC/Deck

Conclusão

Não é fácil fazer uma migração correta, mas é possivel e o resultado será muito melhor.

Ao longo do mês iremos explorar os itens que compõe o VDC e verá que é possivel fazer esse tipo de migração com recursos novos, mais eficientes e custos apropriados.

System Center 2019 e Windows Server 2019 – Upgrade in place

Como conhecido, o System Center saiu em sua nova versão, agora seguindo o mesmo conceito de Branch (Current Branch) do Windows. De agora em diante veremos as versões seguindo o numero que indica a edição:

image

A versão 2019 da suite não teve alterações em layouts ou funcionalidades principais, mas acrescenta diversos recursos novos.

Atualmente temos disponivel a nova versão 1801, que se aproxima muito do que será a versão 2019 que terá como build 1901 com data de lançamento previsto em Março.

Estes recursos podem ser visualizados no link: https://thesystemcenterblog.com/2018/09/25/whats-new-in-system-center-2019/

Upgrade do System Center Configuration Manager

O SCCM já desde a versão 2016 tem o upgrade como uma funcionalidade nativa e automática. Sempre foi muito estável e fácil de ser realizada, ficando disponivel em Administration –> Updates and Services:

Upgrade SC (10)

Após iniciado, pode-se ir pelo menu da barra superior e acompanhar toda a instalação passo a passo:

Upgrade SC (1)

Lembrando que não é possivel interagir com o upgrade após iniciado, mas em caso de se escolher deixar as features desabilitadas no menu mostrado na primeira imagem, escolha a opção Features para incluir uma das novas.

Pessoalmente sempre prefiro fazer a instalação dos upgrades sem selecionar features e depois incluir as que desejo, assim posso estudar o impacto e real necessidade de mais componentes sendo executados no servidor.

Upgrade do System Center Service Manager

Tambem simples de ser realizado, insira a midia do SCSM e ele já entrará no modo de upgrade onde você irá selecionar qual dos servidores locais está sendo atualizado. Lembrando que é importante saber a estrutura para escolher a função correta do servidor que está sendo atualizado, no meu caso o Management Server:

Upgrade SC (2)

Upgrade SC (6)

A atualização é bem tranquila, e ao final já está executando. O novo portal de auto-serviço agora oferece a experiencia HTML5 sem necessidade de componentes adicionais:

Upgrade SC (9)

Upgrade do System Center Operations Manager

A Microsoft realmente aprendeu a fazer upgrades de versão com o System Center transparentes, rapidas e eficientes. O mesmo vale para o SCOM.

Similar ao SCSM, basta incluir a midia e executar o modo de upgrade:

Upgrade SC (3)

Upgrade SC (8)

A mensagem de Warning na tela acima existe desde as versões anteriores. Como os instaladores do System Center não pedem chave, em alguns é necessário fazer a inserção da chave posteriormente.

Para inserir a chave, execute o PowerShell do SCOM e utilize o comando, lembrando que agora a chave de instalação do System Center é a mesma para toda a suite desde a versão 2012:

Set-SCOMLicense -ProductId 'xxxxx’

Upgrade do System Center Orchestrator e Virtual Machine Manager

Para fazer o upgrade do SCO tive que primeiro desinstalar o servidor. O motivo no meu caso foi a instalação de um update no meio do ano que era beta e com isso o upgrade automático não é possivel.

Nesses casos, faça a desinstalação do servidor com a opção Retain Database ativada, mesmo sendo a do SCVMM a do Orchestrator é similar:

Upgrade SC (7)

Depois de desinstalar a versão anterior, ou mesmo para um refresh, refaça a instalação com a opção de utilizar um banco de dados já existente:

Upgrade SC (4)

Upgrade SC (5)

Upgrade SC (12)

Com isso a instalação tanto do System Center Orchestrator quanto do Virtual Machine Manager finaliza com os mesmos dados existentes.

Em muitos casos, o Orchestrator e o Virtual Machine Manager para no meio da instalação com um erro genérico de banco de dados, com a mensagem: “DBSetup.exe fails with unknown error 0x800A0E7A”

Se isso acontecer no seu caso, baixe e instale o SQL Server 2012 Native Client – QFE disponivel em https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=50402

Upgrade do Windows Server 2019 com Serviços de System Center

Em alguns dos servidores, antes de fazer o upgrade do Windows realizei o upgrade do System Center.

Isso porque o System Center 2019 é compativel com o Windows Server 2012 R2, mas o contrário não. Isso quer dizer que é mais confiavel primeiro o upgrade dos serviços e depois do Sistema Operacional que tambem é compativel.

Upgrade SC (11)

Conclusão

O upgrade dos servidores System Center são estáveis, mas lembre-se de sempre ter um backup das bases de dados se ocorrer um problema nessas fases.

Tambem é importante lembrar das regras de ordem, em geral os Management Servers antes das outras funções.

Operations Management Suite (OMS) agora é Azure Monitoring

Já a algum tempo que o OMS é uma ferramenta que sempre abordo em clientes e eventos.

É um produto muito bom, com analises ricas e que evoluiu bastante neste ultimo ano, chegando a ser o produto que muitos acham que substituirá no futuro o System Center.

O que mudou na interface?

A interface anterior era mais simples e em um portal a parte como está no post abaixo:

http://www.marcelosincic.com.br/post/Adquirindo-e-Licenciamento-o-Azure-OMS-Operation-Management-Suite.aspx

Agora a interface é integrada no painel do Azure, permite criar novos dashboards facilmente. Alem disso é possivel acessar individualmente cada um dos monitores.

image

image

Com essa integração na interface do Azure ficou muito mais fácil e funcional.

E como ficou o licenciamento?

No post onde já havia abordado o OMS falamos sobre a aquisição que era complexa pois cada modulo fazia parte de um bundle, e cada bundle se soluções era pago separado. Havia a opção de comprar por nó ou por upload de log, mas havia limitação de soluções e modulos no modelo de pagamento por upload.

Agora ficou muito mais fácil, só existe um modo de cobrança que é por upload de dados.

Ou seja, agora você pode pagar pelo tamanho dos logs que envia, o que é bem mais prático e simples!

https://azure.microsoft.com/pt-br/blog/introducing-a-new-way-to-purchase-azure-monitoring-services/

image

Se não utiliza o Log Insights por não entender como pagar, agora ficou simples e bem mais barato!

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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'exame'
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Evento Online sobre Infraestrutura com Microsoft Azure (Exame 70-533)

A Microsoft anunciou um evento ao vivo sobre IaaS com Azure com grandes nomes da companhia.

image

Este evento será um preparatório para o exame Exam 70-533: Implementing Microsoft Azure Infrastructure Solutions para Microsoft Azure Specialist Certification, alem de garantir um desconto de 50% no exame!!!!

  • Day 1:  Establish the Foundation: Core IaaS Infrastructure Technical Fundamentals

    • View from the CTO: Mark Russinovich, Chief Technology Officer - Azure
    • Azure IaaS Virtual Machines Inside Out
    • Optimize Your Windows Server Workloads on Azure
    • Inside IaaS Architecture Best Practices and Management
  • Day 2:  Dive Deep into Networking, Storage and Disaster Recovery Scenarios

    • Designing Networking and Hybrid Connectivity Infrastructure
    • Deep Dive Into Storage Using Azure Backup, Data Protection Manager, StorSimple, and InMage
    • Planning Disaster Recovery, Migration and More
    • Learn the Ins and Outs of Azure Automation, PowerShell and Desired State Configurator
  • Day 3:  Embrace Open Source Technologies (Chef and Puppet Configurations, Containerization with Docker, and Linux) to Accelerate and Scale Solutions

    • How to Deploy Linux and OSS on Azure
    • Leverage Existing Chef / Puppet toolsets for management 
    • How to Implement Containerization with Docker to Increase Density and Performance of Virtual Machines
    • Lift and Shift Your Linux Solutions to Azure
  • Day 4:  Optimize Windows Workload Architecture and Administration Capabilities Within Azure

    • Identity Solutions: Leveraging Azure Active Directory / Active Directory Premium
    • Azure Websites: Manage Your Websites not Your VMs
    • Leveraging SQL Azure for Your Solutions to Increase Scale
    • Architecting SharePoint for the Cloud

Link: http://channel9.msdn.com/Events/Microsoft-Azure/Level-Up-Azure-IaaS-for-IT-Pros?WT.mc_id=11100-iaas-for-it-pros-event-

Posted: nov 19 2014, 19:29 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Certificação em SQL Server 2012–Saiba o que são os SMEs

Recentemente a Microsoft no site Born To Learn divulgou a disponibilidade dos exames Beta do SQL Server 2012 (http://borntolearn.mslearn.net/btl/b/weblog/archive/2012/03/22/register-for-sql-server-2012-beta-exams.aspx) e anteriormente já havia adiantado algumas mudanças nas certificações que envolvem o SQL Server 2012 (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Treinamentos-Oficiais-e-Certificacao-para-SQL-Server-2012.aspx).

Agora foi anunciado e divulgado as trilhas oficiais para a certificação em SQL Server 2012 em http://www.microsoft.com/learning/en/us/certification/cert-sql-server.aspx#tab2.

É muito interessante conhecer como é feito o processo de elaboração de um exame de certificação.

No site Connect da Microsoft, utilizado para testes de produtos, existem grupos de SME (Subject Matter Expert) em assuntos e produtos, da qual faço parte e outros podem se increver e preenchendo um questionario para qualificação em https://connect.microsoft.com/site862

Quando um novo exame é cogitado recebemos um email com uma pesquisa sobre o que achavamos do exame anterior e pedindo sugestões de melhora nestes exames. Por exemplo, no caso do SQL Server 2012 recebi um email com a pesquisa e pude indicar quais partes do exame achei que poderiam ser alteradas e sugerir novos itens ou até um novo formato.

Já tendo feito parte de um destes grupos posso afirmar que o processo é muito rigoroso e envolve uma pesquisa de mercado onde é visado facilitar um processo de contratação e alocação de um profissional.

Por exemplo, no exame de Windows Server 2008 que foi atualizado para a versão R2 a pouco tempo, os SMEs receberam um exemplo de como seria o simulador e tópicos que seriam abordados. Todos precisaram assumir um compromisso de não divulgação (NDA) o que reflete a preocupação da Microsoft em não vazar as informações.

Portanto, tenha certeza que ao fazer um exame você estará sendo testado no que as empresas procuram e o mercado internacional está exigindo que um profissional saiba fazer. A presença de pessoas de fora da Microsoft escolhidos pelo perfil como SME é a garantia de que um exame reflete o mundo real.

Ainda tem dúvidas, leia o post no Born to Learn http://borntolearn.mslearn.net/btl/b/weblog/archive/2012/02/29/subject-matter-experts-we-want-to-hear-what-you-think.aspx

Posted: abr 02 2012, 11:12 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Certificação | SQL Server

Exames de Certificação Microsoft Reajustados em 1º de Julho-Compre agora os Packs!!!

Esta noticia é importante em vista do prazo que os packs de certificação possuem. Como já havia blogado em Janeiro a Microsoft liberou os packs de segunda chance com desconto até 31/12/2011 (http://bit.ly/edGAns). Porem estes voucher só podem ser emitidos e o primeiro exame tem que ser feito até 30/06/2011.

Compre o pack agora e garanta o valor de U$ 80 do exame. Alem do desconto progressivo pelo numero de exames, você ainda garantirá a segunda change e o preço menor para exames até 31/12/2011.

Pessoalmente já planejei e recomendo o mesmo: Comprarei o voucher de 5 exames no inicio de Junho, farei o primeiro até o dia 20/06 e garanto o valor mais atual com desconto até 31/12/2011.

Mais detalhes do aumento dos exames no FAQ: http://www.microsoft.com/learning/en/us/certification/cert-pricing-FAQ.aspx

Posted: abr 23 2011, 12:26 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Exames de SQL 2005, Visual Studio 2005 e Biztalk 2006 com data de retirada

Como já é de costume, a Microsoft está divulgando a nova lista de exames retirados. A nova lista é formada por 22 exames nas tecnologias do titulo e está disponivel em http://borntolearn.mslearn.net/btl/b/weblog/archive/2010/12/09/retiring-sql-server-2005-visual-studio-2005-and-biztalk-server-2006-exams.aspx

Sempre me perguntam quando um exame é retirado, existem muitas especulações como por exemplo, no lançamento de uma terceira geração como no caso do VS 2005 que já temos o VS 2008 e VS 2010, a questão da data do exame e outras teorias.

Segundo um webcast realizado em 2008 pelo gerente do programa de MCTs, o processo tem a ver com a promoção de novos exames. Um exemplo que ele citou na época foi a descontinuação dos exames de Windows 2000 pois os exames de Windows 2003 já estavam a um bom tempo no mercado e o suporte da Microsoft ao produto estava com data fixada. Obviamente que se a Microsoft está descontinuando o suporte e licenciamento do produto, não faz sentido certificar novos profissionais na tecnologia.

Mas o que fazer quando um exame tem data marcada para acabar?  Significa que não deveria mais fazer os exames e partir para outra certificação?

A resposta é evasiva: Depende do estado em que sua certificação está. Vou abordar as duas principais, SQL Server 2005 e Visual Studio 2005:

  • SQL Server 2005 - Se você já tem o MCTS do SQL 2005 e falta apenas o exame para o MCITP compensa fazer o que falta e concluir o exame de Upgrade para o SQL Server 2008, serão 2 exames para ter as QUATRO CERTIFICAÇÕES (2*MCTS, 2*MCITP).
    Se vc decidir ir direto para a certificação em SQL Server 2008 terá que fazer os 2 exames e ficará com DUAS CERTIFICAÇÃO (MCTS, MCITP).
    Como o número de exames é o mesmo se já está com a carreira compensa fazer o Upgrade.
    Se você estudou mas ainda não prestou o MCTS do SQL 2005, compensa ir diretamente para o SQL Server 2008.
    Veja o roadmap em SQL Server 2008 Certification PDF.
  • Visual Studio 2005 – Este já muda um pouco pois o exame 70-536 vale tanto para o VS 2005 quanto para o VS 2008. Portanto se você tem o exame 70-536 teria que fazer os dois exames (MCTS+MCPD) para o Visual Studio 2005  e mais o de Upgrade, totalizando 3 exames. Partindo do exame 70-536 com mais 2 exames (MCTS+MCPD) para o Visual Studio 2008 já estaria com a certificação completa.
    Ou seja, fazer a certificação em VS 2005 não compensa pelo numero de exames, já que o primeiro deles é comum nas duas carreiras.
    Veja o roadmap em Visual Studio 2008 Certification PDF.

É isso ai, não fique esperando até 31 de Junho para decidir, já que é a mesma data em que expira a promoção segunda chance (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Desconto-adicional-para-exames-com-Segunda-Chance-para-Vouchers-de-MCTs.aspx), pense na sua carreira e comece logo !!!!!

Posted: dez 10 2010, 10:31 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Promoção Treinamento+Voucher de Exame+Assinatura TechNet

O time de Learning da Microsoft disponibilizou uma nova promoção, muito boa !!!!

O contratante de um curso oficial da lista abaixo receberá no pacote o voucher do exame COM SEGUNDA CHANCE mais a assinatura TechNet Professional por 1 ano. São treinamentos de Windows 7, Windows 2008, SharePoint 2010 e SQL Server 2008.

Get your Career Package, plus a complimentary Microsoft TechNet Professional subscription

Como MCT e MVP tenho a assinatura do TechNet e posso dizer que é essecial a qualquer profissional de TI, seja desenvolvedor ou IT Pro. Somado o valor do exame e treinamentos muito bons, vale a pena !!!!!

Course 6292A: Installing and Configuring Windows 7 Client (three days)

Course 6294A: Planning and Managing Windows 7 Desktop Deployments and Environments (five days)

Course 10174A: Configuring and Administering Microsoft SharePoint 2010 (five days)

Course 6425B: Configuring and Troubleshooting Windows Server 2008 Active Directory Domain Services (five days)

Course 6421A: Configuring and Troubleshooting a Windows Server 2008 Network Infrastructure (five days)

Course 6419A: Configuring, Managing, and Maintaining Windows Server 2008 Servers (five days)

Course 6231A: Maintaining a Microsoft SQL Server 2008 Database (five days)

Course 6232A: Implementing a Microsoft SQL Server 2008 Database (five days)

Mais informações: http://www.microsoft.com/learning/career/en/us/career-offer.aspx#classroom

Posted: dez 09 2010, 14:16 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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