MVP: System Center Cloud and Datacenter Management, MCT, MCSE, MCITP, MCPD, MCDBA
MVP Logo

Pageviews 2018: 1803055
Pageviews 2017: 4351543
Pageviews 2016: 3991973
Pageviews 2015: 2675433
Pageviews 2014: 2664208
Pageviews 2013: 2399409
Pageviews 2012: 3209633
Pageviews 2011: 2730038
Pageviews 2010: 1470924
Pageviews 2009: 64608

Últimos posts

Categorias

Arquivo

Tags

Controlando Gastos no Azure com Cloudyn

Muito foi falado da compra da Cloudyn pela Microsoft e como isso seria integrado no gerenciamento de custos do Azure.

A verdade é que antes do Cloudyn o Azure possuia poucas ferramentas boas para gerenciar custos, que envolvam:

  • Detalhamento dos custos me periodos pré-definididos (dia, semana, mes, ano, etc)
  • Comparativo entre custos e budget planejado
  • Maiores custos
  • Objetos “orfãos” ou expirados
  • Outros…

Era possivel usar o Power BI mas exigia um conhecimento bem profundo da camada de dados que o Azure exportava, deixando a maioria dos clientes sem um bom suporte.

Pensando nisso, ao comprar o Cloudyn a Microsoft disponibilizou a ferramenta de forma gratuita (algumas features adicionais são pagas) que cumpre estas tarefas e com vários reports adicionais e práticos.

Instalando e Configurando o Cloudyn

A instalação nada mais é do que uma aplicação que existe no Marketplace do Azure, com o nome de Cost Management, mas se procurar como Cloudyn tambem irá aparecer:

capture20180306180552915

capture20180306180627270

Insira os dados para notificação e o modelo de negócios que vc utiliza, em geral serão os dois primeiros (EA ou CSP). No caso de individual é para quem utiliza OPEN, Cartão de Crédito ou assinaturas MSDN como é o meu caso:

capture20180306180730866

Na tela seguinte irão ser solicitados dados para encontrar as assinaturas, no meu caso a oferta de MSDN e meu tenant do Azure, que pode ser encontrado no portal em Subscriptions:

capture20180306180850256

A partir dai o Cloudyn já encontra todas as subscriptions associadas ao seu usuário e vincula as assinaturas:

capture20180306181608327

capture20180306181707726

Utilizando os Reports de Budget do Cloudyn

Importante: Os dados podem demorar de 3 a 4 dias para serem populados.

Os reports são o ponto alto da ferramenta, relatórios de custos analiticos com base em budget são excelentes.

capture20180306181748042

capture20180306181949093

Para que estes relatório funcionem é importante criar o budget na opção “Projection and Budget”:

capture20180306182422406

A partir dai já é possivel extrair os reports de Projetado x Utilizado, o que é a grande dor dos clientes Azure hoje.

Detalhando o Consumo e Otimizações

O Dashboard inicial do Cloudyn é didático e informativo por sí só:

capture20180312104401184

Em Asset Controller é possivel ver um resumo do que estamos tendo de recursos e a evolução destes recursos:

capture20180312104510959Um dos recursos mais importantes é em Optimizer onde podemos ver recursos orfãos ou superalocações, que são os hints (dicas) que o Cloudyn fornece de custos.

Veja que no meu caso, possui 2 discos que não estão vinculados a nenhuma VMs, ou seja pago o storage sem utilizar:

capture20180312104525928

Discos

Já navegando pelos menus e executando os relatórios temos um muito interessante que é Cost Navigator onde podemos ver diversos periodos e detalhar os custos no periodo:

capture20180312104621971

E principalmente, como comentado no tópico anterior, comparar o meu Budget com o Realizado:

capture20180312104736182

Alguns outros relatórios que não printei aqui são interessantes:

CONCLUSÃO

Vale a pena instalar e utilizar essa ferramenta, o custo dele no seu ambiente é infimo em relação a qualidade dos dados apresentados.

Importante lembrar que em muitos casos é importante utilizar as TAGs para separar recursos em grupos, caso seja necessário.

Porem, mesmo sem as TAGs é possivel utilizar filtros nos relatórios para alguns dados mais especificos.

Posted: mar 12 2018, 20:59 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Microsoft Advanced Thread Analytics (ATA)

Muitos clientes que visito não fazem ideia do que é o ATA, mesmo possuindo ele no licenciamento EMS (Enterprise Mobility + Security). https://www.microsoft.com/pt-br/cloud-platform/advanced-threat-analytics

Entendendo o ATA

Para entender melhor o que é o ATA precisamos relembrar o que são produtos de segurança comportamentais (http://www.marcelosincic.com.br/post/Windows-Defender-ATP-Entenda-o-Novo-Produto.aspx).

Esse tipo de produto não se baseia em um código malicioso que é baixado a partir de um DAT com informações do código que será executado (assinatura de virus).

Nos serviços de segurança comportamental você analisa tendencias, usos comuns e atividades suspeitas, como por exemplo um usuário que nunca se logou em um servidor agora é administrador e acessa diversas maquinas.

Instalando o ATA

A instalação é muito simples, pois a comunicação online é realizada diretamente com uma URL do Azure que recebe e processa com Machine Learning os dados de logs de segurança recebidos.

Para instalar basta executar o instalador que é bem simples e intuitivo. Após instalar o servidor, podemos instalar o Gateway que é o servidor Domain Controller que será analisado coletando os logs de segurança.

Uma vez instalado a administração é bem simples e é possivel avançar nas configurações informando por exemplo o SID de um usuário para servir de diagnostico de invasão, um range de IP de maquinas vulneráveis (em DMZ por exemplo) e outros recursos.

Uma vez instalado a manutenção dele é automática tanto do servidor quando dos gateways que são monitorados.

Verificando Issues de Segurança do AD

Após alguns dias já é possivel ver no painel alguns alertas, por exemplo abaixo o aviso de que alguns computadores estão usando nivel de criptografia vulnerável:

capture20170807171826449

capture20170807171926453

capture20170807171951836

capture20170807172020133

Esse outro exemplo um caso de execução remota de comandos e scripts por parte de um servidor remoto. Claro que nesse caso eu irei encerrar o aviso, uma vez que é uma atitude esperada pois tenho o projeto Honolulu na mesma maquina que executa comandos WMI:

capture20180226144319686

capture20180226144405535

Veja que nos dois casos eu consigo saber o que aconteceu, quem foi o usuário e em que servidor/desktop a atividade suspeita ocorreu.

Alem disso, o histórico de detecções nos ajuda a entender se este é um chamado real ou apenas uma atividade especifica.

Recebendo Alertas e Relatórios

O ATA permite que configure o recebimento dos alertas e dos reports com os dados.

Posso executar reports standalone:

capture20170807172144683

Ou agendar para receber por email todos os dias, assim como os alertas:

capture20170807172207309

Como adquirir o ATA

Essa é a pergunta que muitos fazem, mas é importante lembrar que como um produto online, ele pode ser adquirido por quem tem o Microsoft 365 com Security (novo EMS, o antigo EMS ou então adquirido individual.

Lembrando que como se trata de um produto vinculado ao O365, a aquisição é por usuário, mesmo que standalone.

Posted: fev 26 2018, 18:30 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Introdução ao Azure Stack em Video aula

Segue a apresentação em video aula criada para o Business Partner, agora disponivel público:

Posted: fev 01 2018, 11:02 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Vamos Falar do Projeto Microsoft Honolulu?

O projeto Honolulu foi muito comentado a algum tempo atrás e linkado a uma nova interface gráfica do Windows ou funcionalidade.

Agora em 01/Dezembro saiu uma nova versão Preview e documentação do Honolulu e já está bem maduro e com arquitetura final definida.

O que é o projeto Honolulu?

É uma nova interface de GERENCIAMENTO para Windows Server.

Não se trata de uma substituição do Server Manager do Windows 2012/2016 e sim uma interface baseada em novos protocolos para acesso e facilidade de uso, alem da capilaridade no gerenciamento.

Quais as vantagens do Honolulu sobre o Server Manager?

O Server Manager é uma ferramenta muito boa, mas é baseada em protocolos locais (RPC, WinRM e outros) alem de ser baseada em uma GUI que precisa ser instalada.

O Honolulu é 100% baseado em web para acesso aos dados e utiliza WinRM, WMI e PowerShell para administração dos servidores.

Com o Honolulu é possivel fazer coisas que o Server Manager não faz, como executar scripts, Windows Update, administrar e monitorar VMs, etc.

Por outro lado, o Honolulu não administra tantos serviços como o Server Manager, como por exemplo File Server, DHCP, DNS, etc que continuam a ser administrados pelas ferramentas MMC.

Como instalar o Honolulu?

A instalação é muito simples, mas é preciso definir a arquitetura.

Basicamente podemos utilizar instalado em um unico servidor e vincular os outros na administração como nós, ou então instalar um servidor como Gateway para acessar os outros e facilitar o trafego quando temos muitos servidores em um farm:

deployment

Em geral para estas ferramentas o ideal é criar um servidor com pouca memoria e poder de processamento (na figura o segundo modelo) para não onerar servidores com outras funções, já que ele cria um serviço para o Honolulu:

capture20180108110941303

Para baixar o Honolulu, como ainda é um Preview é necessário usar a página de avaliaçoes de produtos Windows Server em https://www.microsoft.com/en-us/evalcenter/evaluate-windows-server-honolulu

Como administrar um servidor com o Honolulu?

Vamos as telas básicas. Primeiro inserimos um servidor na lista e a partir dai é possivel por qualquer navegador ver os gráficos de uso, configurar itens, fazer conexão remota, executar comandos PowerShell, etc.

Primeiro, vamos adicionar novos servidores, clusters ou até Windows 10 Client:

capture20180108103235350

Na sequencia basta indicar o usuário e escolher o servidor/cluster que deseja visualizar:

capture20180108103532804

O nivel de detalhes aborda desde os itens de HW até gráficos detalhados para cada um dos itens vituais do servidor/cliente que está sendo monitorado:

capture20180108104007877

Mesmo alguns itens como discos fisicos, volumes e Storage Space já podem ser administrados no Honolulu:

capture20180108104156585

Uma feature interessante é poder administrar o Windows Update remotamente:

capture20180108104311080

O gerenciamento de VMs em um Hyper-V tambem é um dos destaques pelo nivel de detalhamento e a interface intuitiva:

capture20180108104402669

capture20180108104503812

Finalizando, segue o link da documentação técnica do Honolulu: https://docs.microsoft.com/en-us/windows-server/manage/honolulu/honolulu

Posted: jan 08 2018, 18:49 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Azure Stack 1-Entenda a solução

Agora já disponivel na maior parte dos paises do mundo onde a Microsoft possui Datacenters, o Azure Stack passou a ser um tema constante.

Mas primeiro é preciso entender o foco e composição da solução.

Como é composto?

O Azure Stack é um rack de servidores com tamanhos e configuraçoes pre-determinados, hoje disponivel pela Dell, HP, Lenovo e Cisco.

image

O HW de cada fabricante foi homologado e padronizado, o que garante updates diretamente do Azure Stack tanto para o software quanto para hardware.

Isso quer dizer que não posso utilizar minhas próprias configurações?  Exatamente, para garantir que o sistema fique atualizado e a hiperconvergencia funcione os drivers tem que ser homologados e testados.

É importante entender que todo o Azure Stack é baseado no modelo de hiperconvergencia, ou seja são utilizadas as tecnologias de SDN (Software Defined Network) e SDS (Software Defined Storage) ou SDx em geral como são chamadas.

Ou seja, não existe um storage dedicado. Cada servidor possui uma parte de discos SAS de 15k e discos SSD, com o Storage Space Direct (S2D) habilitado. Isso permite que os servidores tenham seus armazenamentos somados ao compartilhar os volumes entre sí.

A garantia de dados com o S2D é garantida pela distribuição de dados entre os servidores, como já faz o vSAM da VMWare ou o Nutanix.

Para quem se destina?

Diferente do que muitos pensam, o Azure Stack não visa o cliente que acha o Microsoft Azure caro e sim os que tem limitações em relação a nuvens públicas.

Por exemplo, alguns cases no Ignite foram da Swisscom e a KPMG da Suécia.

A KPMG o cenário foi a legislação e a exigencia de alguns clientes que não queriam seus dados de auditoria disponiveis em nuvem pública por mais que tente se justificar a segurança do dado. A solução foi o Azure Stack onde a KPMG teria os mesmos serviços utilizados por outras filiais no mundo, mas on-premisse.

Já o case da Swisscom foi o de ser um Datacenter local, já que o Azure não tem um DC no pais. Assim, aqueles clientes que querem utilizar serviços de nuvem pública podem utilizar a nuvem privada do Azure Stack para hospedar seus serviços localmente.

Ou seja, os principais clientes são, entre outros:

  • Paises onde existem restrições legais quanto a armazenar dados em outros paises
  • Datacenters interessados em fornecer serviços a seu usuário a mesma interface do Azure, mas localmente, por exemplo no Brasil só temos um DC Microsoft Azure e um provedor tradicional poderia usar o Azure Stack como ponto de Avaliability Group
  • Empresas com alto uso de recursos computacionais baseados em IaaS e que possuem Datacenter próprios
  • Empresas com tradição on-premisse que não querem ver seus dados fora do ambiente, mas desejam utilizar o modelo de Cloud Publica “in-loco” com facil manutenção e suporte de alto nivel

E aquele cliente que acha o Azure caro, vale a pena usar o Stack?   Na ponta do lapis não, pois precisamos lembrar que é um rack e precisa de refrigeração, energia, piso elevado e todos os outros custos envolvidos em um DC fisico.

Quanto custa o Azure Stack?

Primeiro é necessário ver o custo do Hardware que pode ser vendido diferente por cada um dos atuais 4 fabricantes.

Por exemplo no caso da Dell as configuraçoes começam em 4 servidores de 20 CORE e 4.1TB, podendo chegar a doze servidores por rack, sendo a capacidade máxima de 4 Racks com 12 servidores cada um.

Alem disso, temos os servidores Low, Mid e High profille, onde um rack com os 12 servidores High Profile a capacidade é 336 Core, 6.1TB RAM, 138TB cache, 1.2PB de disco!!!!

Agora vamos falar do custo de Software. É importante lembrar que o Azure Stack não tem custo de software, ou seja ele é bilhetado como um serviço, que inclui:

  • Atualizações do Software Stack
  • Atualizaçoes de Drivers e componentes lógicos
  • Disponibilização e pré-configuração dos componentes e templates
  • Suporte Microsoft do Azure é o mesmo que atende Azure Stack

Ou seja, o Azure Stack tem um custo pelo consumo, não com licenciamento, na modalidade “Pay-As-You-Use”, baseado na tabela abaixo:

image

Referencia: https://azure.microsoft.com/pt-br/overview/azure-stack/how-to-buy/

Baseado nisso, temos como exemplo uma VM A2 que custa U$ 130/mês no Microsoft Azure, no Azure Stack sai por U$ 40/mês.

Claro que deve-se incluir no TCO a infra do Datacenter, garantia e suporte do HW, administração e energia elétrica que no Microsoft Azure não temos.

Mesmo assim, grandes ambientes que já contam com Datacenter a opção passa a ser vantajosa por já incluir muitos destes custos embutidos.

E se o cliente não quiser pagar por consumo?

Tambem é possivel adquirir o custo por CORE, mas pessoalmente não vejo vantagem pois o custo aumenta pelos seguintes motivos:

  • No modelo variável “Pay-As-You-Use” a escalabilidade tambem reflete no preço quando diminuir a carga
  • No modelo desconectado é necessário pagar em separado o licenciamento de Windows e SQL que no modelo “Pay-As-You-Use” está embutido
  • No modelo desconectado o pagamento é anual e upfront

Img2

Todos os Serviços do Azure Estão Disponiveis no Azure Stack?

Ainda não. Como pode-se ver na tabela de preços os mais importantes sim.

Por exemplo, alguns tipos de VMs como G não poderiam rodar no Stack e o mesmo com alguns serviços de alta capacidade como Machine Learning e Cognitive Services.

É possivel criar planos e juntar diferentes soluções para criar workloads complexos, como documentado em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/azure-stack-offer-services-overview

Conclusão

Azure se tornou o principal produto da Microsoft e com o Stack a integração entre as nuvens pública e privada realmente se torna uma experiencia unica!

Acesse o link da documentação e saiba detalhes do produto: https://docs.microsoft.com/en-us/azure/azure-stack/

Login